sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Um presente

Um presente para vocês...Linda Mensagem que nos faz pensar na vida. Aumentem o som
E não deixem de ver na barra ao lado direito, minhas sugestões de vídeos sobre palestras motivacionais. Muito bom.
Abraços

video

Últimos Passos

Queridos seguidores...
Encerrada minha jornada de estágio, deixo aqui registrada, minha satisfação em ter criado esse BLOG, e meus parabéns à Professora Cibele Reis por essa grande idéia, pois o estágio deixou de ser aquela atividade massacrante de relatórios e relatórios, nos proporcionando a chance de dividir experiências e publicá-las, enriquecendo o conteúdo das atividades estagiárias obrigatórias na vida de um acadêmico.

Foi tão prazeroso, que não encerro aqui meu BLOG, encerro apenas a etapa do estágio, convidando aos professores e seguidores, a continuar participando e me ajudando a crescer, a partir de agora, aguardando ansiosamente pelo diploma, e quando começa uma longa e bonita jornada profissional, da qual vocês todos, foram muito importantes, diria, essenciais.
Obrigada à UNIMES e ao Sistema EAD, monitores e coordenadores e professores. Os últimos 8 semestres da minha vida foi uma experiência incrível e enriquecedora.

Sugestão de Melhorias



A empresa tem um sistema de veículos de trabalho da seguinte maneira: são 3 carros de trabalho, sendo um de carga e de uso do técnico, retirando e deixando o veículo na empresa diariamente. E os outros dois, ficam permanentemente com os dois funcionários responsáveis pelo serviço mensal de manutenção das piscinas dos clientes fixos.
Indiscutivelmente o gasto com esses veículos permanentemente com os funcionários, até mesmo para uso pessoal, é um excesso de despesa na empresa.
Minha sugestão, mesmo consciente da dificuldade que será uma mudança dessas, pois há muito tempo se trabalha assim e então os funcionários estão acomodados, acostumados e mal acostumados com um carro à sua disposição sem custo algum para eles, mas minha sugestão seria de esses carros serem retirados e devolvidos à empresa diariamente, sendo então utilizados apenas para trabalho. Isso promoveria até mesmo uma disciplina maior, tendo em vista que todos os funcionários estão na empresa hà mais de 20 anos, e que já têm vícios, além de corte de despesas e controle maior da rotina dos funcionários, pois estariam se apresentando na empresa no início do dia para retirar o veículo e no final para devolver.
Entendo algumas vantagens de um sistema como o que a empresa adota atualmente, porém , além de ser uma pequena, aliás, uma micro empresa, não tem base nem suporte para se trabalhar num sistema de multinacional, com regalias e conforto aos colaboradores, infelizmente e não há dúvidas que ela está necessitando cortar custos, e a primeira maneira que vejo nisso, é esse corte com relação aos veículos.

Observação e Aplicação



Empresa: Machado Piscinas Comércio e Serviços Ltda

Teorias da Administração
Teoria Clássica e neoclássica: ênfase na estrutura e enfoque para organização formal
Teoria Científica: ênfase nas tarefas, enfoque na racionalização do trabalho no nível operacional, preocupação em planejar, preparar, controlar e executar
Teoria das Relações Humanas: ênfase nas pessoas e enfoque na organização informal, motivação, liderança, comunicação e dinâmica de grupo.
Teoria da Burocracia: ênfase na estrutura e enfoque na organização formal burocrática, racionalidade organizacional.
Teoria Estruturalista: ênfase na estrutura, enfoque de múltipla abordagem, organização formal e informal, análise intra-organizacional e interorganizacional.

No caso da empresa que estou fazendo estágio, noto que a Teoria Organizacional está voltada à Teoria Cientifica e das Relações humanas, onde a ênfase é sem dúvida nas pessoas, e sistemas motivacionais aguçados, muita comunicação entre o grupo, racionalização do trabalho.
Há uma preocupação da gestão em conhecer as necessidades individuais e procurar a eficiência. E vejo claramente o conceito aplicado de organização informal, onde são definidas espontaneamente e através do relacionamento entre as pessoas, regras de comportamento , valores e formas de recompensa, confiança nas pessoas, delegação de autoridade.

Teoria Organizacional

O que é teoria organizacional

É o estudo de como as organizações funcionam e como elas afetam e são afetadas pelo ambiente no qual operam.

Estrutura organizacional é o sistema formal de tarefas e relacionamentos de autoridade que controla como as pessoas coordenam suas ações e usam os recursos para atingir os objetivos organizacionais; controla também a coordenação e as formas de motivação. Para qualquer organização, uma estrutura apropriada é aquela que facilita respostas eficazes aos problemas de coordenação e motivação, evolui à medida que a organização cresce e se diferencia, e pode ser gerenciada e modificada através do processo de desenho organizacional.

Cultura Organizacional é o conjunto de valores compartilhados e normas que controla a interação entre os membros da organização e destes com fornecedores, clientes e outras pessoas externas. Formata o comportamento das pessoas e é formada pelas pessoas internas, pela ética da organização, pelo seu tipo de estrutura e pelos direitos dos empregados. Também evolui e pode ser gerenciada através do desenho organizacional.

Desenho Organizacional é o processo pelo qual os gerentes selecionam e gerenciam vários aspectos e dimensões da estrutura e cultura de forma que a organização possa controlar as atividades necessárias para atingir seus objetivos. Para a sua sobrevivência, deve equilibrar as pressões internas e as externas do ambiente.

O desenho organizacional tem-se tornado uma das principais prioridades de gestão devido ao aumento da competitividade global e do crescente uso da tecnologia da informação. É a fonte de sustentação de sua vantagem competitiva e tem influência no tratamento de contingência (evento que deve ocorrer de forma planejada, como uma mudança no ambiente ou uso de uma nova tecnologia), na gestão eficaz da diversidade, na habilidade para inovar em bens e serviços, no controle do ambiente, na coordenação e motivação dos empregados e no desenvolvimento e implantação de sua estratégia. Um desenho pobre pode levar ao declínio da organização.

Obtendo Vantagem Competitiva

Como foi dito, o desenho organizacional é a forma para sustentação da vantagem competitiva, que vem a ser a habilidade de uma companhia superar outra, devido à sua gestão ser capaz de criar mais valor a partir dos recursos disponíveis. A Competência permite à empresa desenvolver uma estratégia para superar seus competidores produzindo produtos melhores a custos mais baixos. A Estratégia é o modelo específico que orienta as decisões e ações gerenciais no uso de competências, para ter vantagem competitiva e superar competidores.

O desenho organizacional é, então, a maneira que a empresa implementa sua estratégia e deve estar evoluindo constantemente, acompanhando mudanças e tendências, não existindo uma forma perfeita. Uma organização deve desenhar sua estrutura de forma a maximizar o uso de seus talentos e a desenvolver uma cultura que motive as pessoas a trabalharem em equipe. A cultura e estrutura organizacional determinam a habilidade dos gestores para coordenar e motivar seus empregados.

Quanto melhor uma empresa funciona, mais valor ela cria. Historicamente essa capacidade de criar valor tem aumentado, daí a importância da divisão do trabalho, do uso de novas tecnologias e do desenho e estruturas modernas e eficientes, para acompanhar a evolução do mundo competitivo.

Stakeholders

Geralmente, os stakeholders são motivados para participarem de uma organização se recebem incentivos que excedem o valor de suas contribuições. Existem dois grupos principais, os internos e os externos à organização.

Stakeholders internos são as pessoas mais próximas da organização, como os acionistas, os gerentes e os trabalhadores. Os acionistas são os donos da organização e sua contribuição é o investimento em suas ações pela perspectiva de retorno. Os gerentes são os responsáveis pelos negócios da organização, coordenando os recursos e assegurando o alcance dos objetivos. Os trabalhadores são todos os outros empregados que possuem obrigações e responsabilidades.

Stakeholders externos são pessoas que possuem algum interesse na organização, como clientes, fornecedores, governo, comunidades locais e público em geral.

Efetividade Organizacional: satisfazendo os objetivos e interesses dos stakeholders

As organizações podem ser usadas por diferentes grupos de stakeholders e todas as contribuições são necessárias para viabilizá-las. Cada grupo de stakeholder é motivado por seu conjunto de objetivos a contribuir com a organização e é através do julgamento de quão bem seus objetivos são alcançados que avaliam a efetividade da organização. Algumas vezes os objetivos são conflitantes e os grupos buscam equilibrar os incentivos e as contribuições. Uma organização é viável enquanto um grupo de stakeholders dominante possuir controle sobre os incentivos de forma a obterem as contribuições necessárias de outros grupos.

Para ser efetiva, a organização deve, no mínimo, satisfazer os interesses de todos os grupos que apostaram nela. O poder relativo dos grupos de stakeholders para controlar a distribuição de incentivos determina como os diferentes objetivos serão atingidos e que critério será utilizado na avaliação de seu desempenho. Mas, quem decide quais são os objetivos mais importantes?

A escolha de objetivos tem implicações políticas e sociais. Quando os acionistas delegam para os gerentes a coordenação e uso dos recursos e habilidades da organização, ocorre uma divisão de liderança e controle. Apesar de, na teoria, os gerentes serem os empregados dos acionistas, na prática, essa delegação dá aos gerentes o controle real da corporação e o resultado é que os gerentes provavelmente vão perseguir os objetivos segundo seus próprios interesses, que podem ser conflitantes com os dos acionistas. Mesmo quando não existe concorrência entre os objetivos dos diversos stakeholders, selecionar os que irão aumentar as chances de sobrevivência da organização não é uma tarefa simples. Uma organização que não dá atenção a seus stakeholders e nem tenta satisfazer minimamente seus interesses, está fadada ao fracasso.

Outro problema que uma organização tem de enfrentar é como distribuir, entre os diversos grupos de stakeholders, os prêmios que ganha como resultado de ter sido eficiente. Essa alocação de prêmios ou incentivos é um componente importante da eficiência da organização, pois pode influir na motivação para futuras contribuições.

Uma organização deve balancear cuidadosamente os interesses dos stakeholders quando escolher um critério para avaliação de desempenho. Normalmente, os interesses dos gerentes e acionistas são usados no direcionamento das atividades pelo efeito positivo que tem para a sobrevivência e prosperidade da organização.

Ter habilidade para satisfazer às necessidades de clientes e stakeholders é uma tarefa difícil e poucas organizações conseguem fazer isso bem. Assim como é difícil gerenciar os recursos do ambiente para competir com outras organizações de mesmos objetivos. A habilidade da organização para satisfazer os seus satakeholders também é uma questão de sobrevivência.

Sendo os gerentes os responsáveis pelo uso maximizado dos recursos da organização, é importante entender como eles avaliam a efetividade da organização. Controle, inovação e eficiência foram apontadas como as três tarefas essenciais. Controle significa ter controle sobre o ambiente externo, tendo habilidade para atrair recursos e clientes. Inovação significa desenvolver as habilidades e capacidades de forma a descobrir novos produtos e processos. Eficiência significa desenvolver facilidades de produção usando a tecnologia da informação para produzir e distribuir produtos competitivos mais rapidamente.

Nesse contexto, existem três abordagens para a avaliação de eficiência: a abordagem de recurso externo (a organização é eficiente se pode assegurar habilidades e recursos valiosos de fora da organização); a abordagem de sistemas internos (coordena recursos com a habilidade dos empregados para inovar em produtos e se adaptar a mudanças); e a abordagem técnica (converte habilidades e recursos em produtos acabados e serviços).

A abordagem de recurso externo: Controle

É um método que permite aos gerentes avaliar com que eficiência uma organização gerencia e controla o ambiente externo. Como medida, os gerentes utilizam indicadores como preço de estoque, lucratividade, e retorno de investimento, comparando o desempenho de sua empresa com outras. Outro indicador pode ser a habilidade dos diretores para perceber e responder rapidamente a mudanças no ambiente, sendo os primeiros a aproveitarem novas oportunidades.

A abordagem de sistemas internos: Inovação

É um método que permite aos gerentes avaliarem com que eficiência uma organização funciona e opera. A estrutura e cultura organizacionais devem permitir à empresa adaptabilidade e respostas rápidas a mudanças de condições no ambiente. Também é necessário ser flexível para tomar decisões mais rapidamente e inovar em produtos e serviços. Medidas incluem tempo necessário para tomada de decisão, tempo necessário para colocar novos produtos no mercado, e tempo gasto na coordenação de atividades de diferentes departamentos.

A abordagem técnica: eficiência

É um método que permite aos gerentes avaliarem com que eficiência uma organização transforma uma dada quantidade de habilidades e recursos em produtos acabados e serviços, e é medido em termos de produtividade e eficiência. Por exemplo, um aumento na quantidade produzida com o mesmo trabalho indica um ganho de produtividade. A atitude e motivação dos empregados e seu desejo em cooperar são fatores importantes que influenciam a produtividade e eficiência.

Medindo efetividade: objetivos organizacionais

Os gerentes criam objetivos que serão usados para avaliar o desempenho da organização, que podem ser de dois tipos: oficiais e operativos. Os objetivos oficiais são os princípios que a organização estabelece formalmente em seus relatórios anuais e outros documentos públicos, que podem também dispor sobre sua missão. Os operativos são objetivos específicos de curto e longo prazo que orientam os gerentes e empregados no desempenho de seu trabalho. Podem ser utilizados para medir como a organização está gerenciando o ambiente, como está o seu funcionamento através da medição do tempo gasto na tomada de decisão, ou para medir a eficiência da organização através de benchmarks que podem ser comparados com seus competidores.

Os fatores que afetam as organizações

Uma organização eficiente desenha sua estrutura e cultura de acordo com as necessidades de seus stakeholders de forma a ganhar vantagem competitiva e sobreviver. O desenho organizacional deve também considerar as contingências de ambiente, tecnologias, processos internos que certamente irão influenciar a escolha da estrutura e cultura organizacionais. Os demais capítulos irão detalhar esses assuntos, fornecendo um modelo de componentes da teoria organizacional.

O ambiente organizacional é o ambiente no qual a organização opera e é a principal fonte de incerteza, pois clientes podem retirar seu suporte, fornecedores podem segurar o fornecimento de algum recurso ou mesmo alguns stakeholders podem ameaçar a empresa. Sendo assim, sua estrutura deve ser desenhada de forma a permitir tratar adequadamente os relacionamentos tanto com os stakeholders, como com o ambiente externo.

O ambiente tecnológico, ou seja, a maneira como os bens e serviços são produzidos e a incerteza relacionada aos diferentes métodos de produção, são fatores importantes a considerar no desenho da empresa.

Quando uma organização é criada e colocada em funcionamento, ocorrem vários processos internos, ou processos organizacionais; à medida que ela vai crescendo, muitos dos processos podem passar por crises que provocam mudanças em suas estratégias e estruturas.

Para finalizar, ressalta-se que a teoria organizacional procura entender os princípios que governam uma organização e os fatores que afetam a maneira de sua operação, evolução e mudança, com foco na organização como um todo.

Fonte: http://www.batebyte.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1571

Análise Swot da Empresa


Análise Swot
Empresa: Machado Piscinas Comércio e Serviços Ltda



Pontos Fracos

 - Faz-se pouco uso do Marketing, publicidade, propaganda.
 - Notamos uma acomodação nos colaboradores por estarem na empresa por muitos anos, porém a comunicação é boa e a situação frequentemente reversível.
      Pontos Fortes  

        - Com o quadro de funcionários estável  a formação da uma equipe é  confiável e estável.
       - Qualidade em vendas e serviços, baseado em muita experiência e conhecimento.
        Ameaças e Oportunidades
        - Ameaças: concorrência desleal
          - Oportunidades: Visão de oportunidade de expansão de negócios no ramo da prestação de serviços.

            Análise SWOT - O que é??

            A análise SWOT é uma poderosa ferramenta de marketing, e deve ser realizada ao menos uma vez por ano, durante o planejamento estratégico de marketing. A sigla SWOT, vem das iniciais das palavras inglesas Strenghts (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças), pois estes são justamente os pontos a serem analisados.

            Ameaças e oportunidades - Uma das partes da análise SWOT é o estudo do ambiente externo à organização em busca de ameaças e oportunidades. Trata-se da análise daquilo que está sempre fora do controle das empresas, mas que é importante de se conhecer e monitorar. Entre as forças a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, etc...

            As fontes para esta análise serão tiradas da grande imprensa, dos órgãos governamentais, dos indicadores financeiros, das organizações correlatas e das revistas e associações especializadas no seu campo de atuação.

            As ameaças e oportunidades sempre afetam de forma homogênea todas as organizações que concorrem num mesmo mercado-alvo. Contudo as organizações que perceberem as mudanças e tiverem agilidade para se adaptarem, serão aquelas que melhor proveito tirarão das oportunidades e menor dano das ameaças.

            Esta análise deve levar em conta não somente as tendências que afetam a organização, mas também a probabilidade desta tendências tornarem- se eventos reais. Desnecessário dizer que deve-se dar maior atenção às tendências com maior probabilidade de acontecer, para assim evitar as ameaças reais e explorar as oportunidades da melhor maneira possível.

            Forças e fraquezas - A outra parte da análise SWOT, trata dos pontos fortes e fracos da organização, ou seja de seu ambiente interno. Assim, quando percebe-se um ponto forte, devemos ressaltá-lo ainda mais e quando percebemos um ponto fraco devemos agir para corrigi-lo ou pelo menos para minimizar seus efeitos.

            O primeiro passo é criar uma relação de variáveis que devem ser monitoradas, por exemplo: reputação da empresa, participação de mercado, qualidade do produto, qualidade do serviço, eficácia do preço, boa comunicação, poder de venda, inovação tecnológica, cobertura geográfica, fluxo de caixa, estabilidade financeira, instalações, força de trabalho, produtividade, pontualidade, dedicação dos funcionários, flexibilidade, atendimento a clientela, etc... A lista é imensa, deve-se conhecer bem a organização de modo a lembrar-se apenas das forças e fraquezas relevantes.

            Em seguida, deve-se criar uma escala onde cada uma desta variáveis é avaliada em relação aos objetivos da organização. Costuma-se classificá-la como: força importante, força sem importância, neutralidade, fraqueza importante ou fraqueza sem importância. Como a organização raramente pode investir em todas as áreas ao mesmo tempo, os itens fraquezas importantes e forças importantes devem ser priorizados ao se traçar estratégias de marketing e receber orçamento.
            A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usado como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.

            A Análise SWOT é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. A técnica é creditada a Albert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune das 500 maiores corporações
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            Etimologia

            O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês, e é um acrônimo de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).

            Não há registros precisos sobre a origem desse tipo de análise, mas, a mais aceita é que  a análise SWOT foi criada por dois professores da Harvard Business School: Kenneth Andrews e Roland Christensen.

            O caminho mais indicado para entender o conceito da análise SWOT é buscar diretamente sua fonte: The concept of corporate strategy, do próprio Kenneth Andrews. Porém, uma leitura superficial dessa fonte frustra os mais afoitos por definições precisas e modelos práticos, pois o autor não faz nenhuma referência direta à análise SWOT em todo seu livro.

            Aplicação prática 

            Esta análise de cenário se divide em ambiente interno (Forças e Fraquezas) e ambiente externo (Oportunidades e Ameaças).

            As forças e fraquezas são determinadas pela posição atual da empresa e se relacionam, quase sempre, a fatores internos. Já as oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a fatores externos.

            O ambiente interno pode ser controlado pelos dirigentes da empresa, uma vez que ele é resultado das estratégias de atuação definidas pelos próprios membros da organização. Desta forma, durante a análise, quando for percebido um ponto forte, ele deve ser ressaltado ao máximo; e quando for percebido um ponto fraco, a organização deve agir para controlá-lo ou, pelo menos, minimizar seu efeito.

            Já o ambiente externo está totalmente fora do controle da organização. Mas, apesar de não poder controlá-lo, a empresa deve conhecê-lo e monitorá-lo com freqüência, de forma a aproveitar as oportunidades e evitar as ameaças....



            Fonte:http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Analise_SWOT.htm